Pão e Cerveja

Pretas Potências, projeto apoiado pela Cerveja Black Princess, vai fomentar iniciativas digitais lideradas por mulheres pretas

O objetivo do projeto é fortalecer negócios digitais dando oportunidade a empreendimentos liderados por mulheres pretas e afro-indigenas

Pretas Potências vai capacitar 20 mulheres pretas

Projeto Pretas Potências está com inscrições abertas até o dia 20 deste mês.

O programa vai fomentar iniciativas lideradas por mulheres pretas e afro-indígenas na área da Economia Criativa Digital.

Pretas Potências é um projeto criado pelo Instituto Feira Preta em parceria com o DJ Alok e tem o apoio da Cervejaria Black Princess, pertencente ao Grupo Petrópolis.

Pretas Potências vai apoiar 20 mulheres, entre 18 e 30 anos, de qualquer região do Brasil, que atuam em 4  áreas da economia criativa digital:

  • Novas mídias: voltada a criadoras de conteúdo como jornalistas, streamers, podcasters, etc
  • Design e Fabricação Digital: UX Design, UI Design, Desenvolvedora de jogos, Universo Maker
  • Tecnologia: Desenvolvedoras de aplicativos, Programadoras
  • Cultura: produtoras de áudio, música, jingles, audiovisual, literatura, artes digitais

As selecionadas receberão um aporte financeiro de 20 mil reais, além de participarem de um ciclo de mentorias e de uma rede de parcerias com outras mulheres empreendedoras.

As inscrições são gratuitas podem ser feitas até 20 de janeiro no site.

Pretas Potências pode diminuir desigualdade

Segundo a Pesquisa Potência Preta, elaborada pela Feira Preta e pelo Instituto Locomotiva Brasil, 85% das pessoas negras no Brasil têm vontade de empreender.

O maior problema que enfrentam, porém, é a falta de dinheiro para dar o primeiro impulso na realização do sonho de ter o próprio negócio.

Outros dados e pesquisas confirmam a desigualdade de oportunidades existentes no mercado de trabalho para pessoas negras.

Dados econômicos mostram que as mulheres negras foram as que mais perderam empregos durante a pandemia.

Segundo pesquisa do Instituto Ethos, realizada em 2016, apenas 4,7% dos ocupantes de cargos de alta gestão no país são pretos ou pardos.

A pesquisa abrangeu 500 grandes empresas brasileiras.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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