Pão e Cerveja

Parentes de vítimas de contaminação pelas cervejas Backer lançam canal nas redes sociais

Comunidade Vítimas da Cerveja

A comunidade no Facebook e o grupo no Instagram contam as histórias de vida e morte das vítimas

Vítimas da Cerveja é o nome da comunidade no Facebook criada pelos parentes dos pacientes e falecidos devido à contaminação por Dietilenoglicol através da ingestão das cervejas Backer. No Instagram eles também lançaram o grupo Vítimas da Backer.

Na semana passada, a cervejaria Backer havia lançado um canal nas mesmas redes para manter o contato com clientes. Nos comentários de cada post, muitos parentes revoltados contradisseram a versão da cervejaria de estar prestando assistência às vítimas.

Desde ontem, 14 de abril, as histórias de cada vítima estão sendo publicadas na comunidade Vítimas da Cerveja, no Facebook e no grupo Vítimas da Backer no Instagram.

O objetivo do canal, segundo está descrito no próprio perfil é: ¨dar voz aos familiares das vítimas do envenenamento pela cerveja Belo Horizontina da Backer. Até o momento, 6 mortos | 27 hospitalizados “.

O canal de comunicação entrou nas redes ontem e desde então já conta com mais de mil seguidores no Instagram e mais de cem no Facebook.

Vítima de morte

A primeira história compartilhada é a de Maria Augusta de Campos Cordeiro, 60 anos, uma das pessoas que morreram contaminadas pela substância química.

Uma linha do tempo foi traçada para contar o que aconteceu com Maria Augusta, desde a ingestão da cerveja até sua morte poucos dias depois.

Com a comunidade e o grupo Vítimas da Cerveja os parentes das vítimas esperam contar com o apoio de todos para que sua luta por justiça não termine sem resposta.

Apelo por apoio

Flávia Schayer, mulher da vítima Cristiano, fez um apelo a todos os contatos dela, incluindo este site, para conseguir o maior número de apoiadores:

“Meu nome é Flávia e meu marido é uma das vítimas da cerveja da Backer. Ele é o Cristiano, professor da UFMG. Venho pedir seu apoio para seguir e compartilhar a nossa página no instagram e no Facebook. Apoie a nossa luta por Justiça. Obrigada”

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.